Os satélites Lasco estão fotografando o Sol em posições sempre alinhadas com o ângulo de visão que se tem da Terra. Dentro do raio de órbita da Terra, o C3 está mais próximo do Sol que a Terra, e o C2 mais próximo do Sol que o C3. Neste mapa astronômico móvel, pode-se ver a posição dos planetas em suas órbitas a cada hora. Para verificar quais planetas estão passando próximo ao Sol nos fotogramas de satélites, veja o ponto-de-vista segundo o raio da órbita da Terra:
space.jpl.nasa.gov/
escolha [show me the solar system]; escolha a data, e 5 ou 10 graus para o campo de visão; retire [show spacecraft]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ustream.tv/channel/iss-hdev

 

 

 

 

 

Amplie para ver o Tupolev: Este fotograma [das 15:24 hs] é do dia 15 de julho de 2015: mesmo dia do fotograma [das 03:48 hs] apresentado na reportagem do Russia Today News.
O corpo artificial mostrado na reportagem do RT é na verdade mínimo em comparação com o tamanho de muitos outros corpos gigantes em volta do Sol, desde de que o Sol entrou em intensa atividade em 2009. E o número de artefatos fotografados é bem mais numeroso que o sugerido pelos canais russos, que ainda assim têm estado à frente nestas revelações desde 2006:

 

Canal Russo de Notícias, em reportagem popular:
"ESTE OBJETO TEM ESTRUTURA, E PARA A NASA QUERER DESCARTAR ISTO, COMO SE NÃO FOSSE NADA, É UM INSULTO PARA A INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS."

rt.com/nasa-ufo-sun-aliens

youtube.com/v=OPjS7uuXPxw

youtube.com/v=8QOfjtOAxoA

Entretanto, a revelação popular do canal russo vem com muitos anos de atraso. Já faz tempo que os cidadãos atentos às fotos enviados pelos satélites solares se deparam com "estruturas" gigantes, artificiais, em torno, ou próximo ao Sol. As fotos são mantidas, sem legendas ou comentários; algumas são retiradas em seguida. O "cidadão" telefona para o escritório da NASA para saber o que está acontecendo... Ninguém atende aos chamados, ninguém esclarece o cidadão!!

Solar and Heliographic Observatory:
sohodata.nascom.nasa.gov/data_query
Os satélites Lasco se mantêm em órbita, sempre numa posição entre a Terra e o Sol, acompanhando a órbita da Terra, fotografando o Sol a intervalos.
Clique em [C2] ou [C3] para os fotogramas dos satélites Lasco C2 e Lasco C3. Clique em [images] para os fotogramas isolados. Para os corpos maiores, a resolução [512] é suficiente, para melhores detalhes clique [1024] pixels.


Amplie ao máximo para avaliar todos os detalhes: o obturador da câmera do Lasco deve ter uma exposição de 1 ou 2 segs, para o registro astronômico adequado, de modo que há uma certa saturação luminosa das estrelas e de outros corpos. Para evitar o excesso de saturação da luz solar, há um disco escuro sobre o Sol [preso por uma haste escura].
O Sol corresponde ao círculo branco. Na medida que os dois Lascos avançam, eles enviam fotos [com exceção de inumeráveis falhas] a cada 12 minutos. Com o avanço do Lasco, o Céu Estrelado ao fundo se move de modo consistente em conjunto, a cada nova fotografia. Os corpos excepcionais aparecem apenas uma vez num fotograma, mas não aparecem logo antes, ou logo depois. Inúmeras fotos reaparecem com os corpos estranhos tapados por quadradinhos retocados, conforme o filme acima.

 


2 Mercúrio e Venus à direita do Sol: muitas vezes eles cruzam à frente e atrás do Sol, para o ângulo da câmera. As linhas horizontais que se formam são apenas resultado da saturação de suas impressões luminosas segundo um espalhamento horizontal do equipamento. Algumas vezes, são os asteróides Ceres ou Vesta que cruzam (atrás do Sol), com as saturações horizontais. Outras vezes Marte, Jupiter, ou Saturno.

 


3 A questão dos corpos que cruzam a alta velocidade, deixando rastros enormes, deve ser explicada pela exposição de 1 ou 2 segs, de modo que o rastro luminoso é de um corpo sólido se movendo. Não há pedras ou meteoritos se movendo em alta velocidade em órbita do Sol. Todos os remanescentes do antigo planeta que se fragmentou na "pulseira" de asteróides se movem em órbita numa velocidade próxima à da Terra e do Lasco. Corpos pequenos se aceleram somente quando próximos da gravitação do Sol [ou de um Planeta].
Emanações ígneas podem se projetar desde o Sol, em linhas radiais. Para ser fotografada como um risco luminoso pela câmera do Lasco, uma pedra deveria estar em alta velocidade e passando muito próxima da lente (porém deveria estar próxima do Sol, e refletindo bastante sua luz, para deixar o rastro luminoso).
A maioria dos riscos luminosos, sendo de objetos distantes, são de corpos muito grandes e em alta velocidade.

 


4 As marcas de formato "salsicha-neón" certamente seriam desprezados por "cientistas-profissionais" como "evidentes gotas de umidade escorrendo na superfície das lentes"... Porém elas aparecem bem "atrás" das lentes, "escorrendo" atrás da haste do sombreador.

 


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7 Da mesma forma, os corpos com desenho de "martelete"; e de "lâmpada" e "cristo-redentor", a seguir, devem ser corpos gigantes, a não ser que estejam muito próximo da câmera.

 


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10 Qual será o tamanho real e a distância da câmera do "objeto" lâmpada?? Para comparação, Venus à direita, está passando atrás do Sol.